Iniciando um pequeno negócio

No Brasil, somente no ano de 2018, eram mais de 52 milhões de brasileiros envolvidos em alguma atividade empreendedora.

Hoje, apesar da pandemia, que deixou a população global perplexa, diversos empreendedores viram nela uma oportunidade. Em meio a crise sanitária, que fez com que muitos fechassem seus negócios, boa parte se mostrou totalmente adaptada ao momento.

Agora que os gestores estão mais acostumados com as inovações e contam com maior habilidade para driblar a pandemia, citamos algumas orientações específicas para empreender do zero. A seguir, algumas dicas relevantes!

 

1. Investir na capacitação

A primeira dica para começar a empreender é desenvolver as habilidades e competências necessárias para construir um negócio, caso ainda não as tenha. Não necessariamente é preciso ter uma graduação em administração de empresas para começar um negócio.

É possível, por exemplo, aprender a empreender por meio de um curso on-line sobre empreendedorismo. Com ele se aprende sobre os fundamentos básicos do empreendedorismo, fundamentos financeiros, plano de marketing, pesquisa de mercado, plano de negócios (conhecimentos essenciais para construir um negócio de sucesso). A capacitação é primordial, aprende-se a teoria para depois colocá-la em prática.

 

2. Análise de mercado

É importante também, a análise do mercado no qual se deseja atuar, pois isso ajudará a identificar as oportunidades em que se pode investir, bem como encontrar o melhor público para oferecer os produtos e serviços.

Além disso, essa análise pode ajudar a definir quais são esses produtos ou serviços. Isso é essencial para que se aposte num negócio que realmente vai dar certo e, com isso, se reduza perdas financeiras.

Portanto, realizar pesquisas aprofundadas e a partir delas identificar potenciais problemas que se pode resolver é fundamental. Também verificar se os potenciais concorrentes são capazes de sanar esses problemas, e então, elaborar estratégias para que o negócio tenha um diferencial em relação a eles.

 

3. Definição dos produtos ou serviços a serem ofertados

É necessário levar em consideração o público-alvo e as lacunas não preenchidas pela concorrência. Suponhamos que o negócio seja uma clínica de estética e o seu público-alvo são mulheres de classe média alta, que valorizam a estética facial. Levando isso em consideração, o que se pode oferecer?

Aplicação de botox, preenchimento labial, harmonização facial e muitos outros serviços, não é? Quais os diferenciais que os seus serviços terão no mercado? Qual a qualidade do produto usado nas aplicações? Ou bom custo-benefício? No contexto desse exemplo, certamente será a qualidade devido à classe social do público pretendido.

 

4. Planejamento financeiro

Primeiro, a falta de um planejamento financeiro faz com que a empresa corra sérios riscos, e que podem acarretar na falência em curto prazo. Por isso, o planejamento deve ser muito bem executado.

É muito importante elaborar: precificação correta dos produtos ou serviços, previsão de vendas, previsão de despesas com salários de funcionários e aluguel, entre outros. O registro dessas informações deve virar um hábito. Por isso, uma dica extra é: tenha um software de gestão como seu aliado desde o início do novo negócio!

 

5. Valide a ideia de negócio

Há uma diferença entre uma boa ideia, na qual as pessoas teoricamente gastariam seu dinheiro, e uma ótima ideia, em que elas realmente comprariam. Como fazer isso? Primeiro converse com potenciais clientes para se certificar que os problemas realmente são reais e que a sua solução é capaz de resolvê-los. Depois mostre a eles como isso acontece.

No nosso exemplo citado acima, você pode oferecer um tratamento estético. Depois disso, ouça o feedback, colete informações e alinhe seus serviços de acordo com as expectativas do seu público-alvo. 

 

6. Legalize sua empresa para ter mais oportunidades

Dependendo do tipo de empresa que se vai abrir, o processo de legalização é muito simples. Por exemplo, se pretende atuar sozinho ou com a ajuda de apenas um funcionário e se o faturamento anual previsto não ultrapassar R$81 mil, o negócio pode se legalizar com MEI, onde todo o processo é feito pelo Portal do Empreendedor e é realizado em alguns minutos. Mas lembre-se: devido à quantidade de funcionários e o limite de faturamento, essa é uma opção para quem está começando a empreender.

À medida que o negócio crescer, a empresa deverá se adequar aos diferentes tipos de regime tributário, pois, além de estar dentro da lei, se pode contar com linhas de créditos facilitadas e pagamento de menos impostos, dentre outras vantagens.

 

7. Aposte no digital

Por fim, apostar no digital para divulgar o negócio antes mesmo do primeiro produto/serviço ser vendido é estratégico! Para isso, crie um perfil nas redes sociais e planeje o tipo de conteúdo que será compartilhado. Se for necessário, crie um site ou blog para reforçar suas estratégias digitais. Para escalar seu negócio, também aposte em anúncios pagos. Lembrando que o seu negócio for local, não deixe de apostar nas estratégias offline, como divulgação em revistas, corpo a corpo, entre outras ações.

 

Lembrando: todas essas dicas, juntamente com o SGE da Insoft vão dar mais força ao seu empreendimento. Conte com a gente!