Governança de Dados

O volume de dados produzidos no mundo está se multiplicando rapidamente. De 33 ZB em 2018 para um estimado de 175 ZB em 2025. Com a pandemia, esse processo se acelerou ainda mais, e em questão de meses, empresas implantaram em seus negócios ferramentas digitais que levariam no mínimo alguns anos. Mas isso não necessariamente traz retorno: em pesquisa, 68% dos dados disponíveis para as empresas não são usados. Outro estudo ainda aponta que a maioria das organizações não têm uma estratégia de dados madura, sendo que apenas 26% sinalizaram alguma.

 

A transformação digital de uma empresa deve estar sustentada pela clareza sobre onde os dados estão armazenados e como eles serão usados para atender às metas de negócios. E é onde a governança de dados se torna fundamental.

 

Sem uma governança de dados, as empresas têm visto a integração entre a operação de dados e a proteção diminuir. Quando o contrário, ou seja, a implementação de uma governança, a empresa ganha métodos e processos claros para padronizar, integrar, proteger e armazenar dados corporativos. Como adicional, se tornam responsivas e muito mais flexíveis para lidar com crises ou movimentos disruptivos e novas parcerias.

 

Um dos principais benefícios trazidos pela governança de dados é a organização de todas as informações coletadas. Cria uma espécie de catálogo. Ela ajuda a saber quais dados você tem, onde estão e como podem ser usados. Muitas empresas ainda se veem em situações nas quais sabem que têm conteúdo, mas não conseguem acessar ou é de difícil localização, o que pode acabar deixando dados críticos para trás.

Outra vantagem é a segurança. Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), transparência sobre a coleta e uso de informações dos usuários se tornaram regras e com a governança as empresas conseguem identificar as informações pessoalmente identificáveis (PIIs) coletadas durante todo o processo e por meio da política e gerenciamento de metadados podem automatizar a conformidade para evitar multas e violações.

No entanto, a governança de dados ainda é mais popular apenas para grandes empresas, principalmente do setor financeiro, segundo pesquisa. Mas aos poucos suas vantagens começam a ficar mais claras para os negócios: 87% dos 220 profissionais ouvidos pela ESG (Environmental, social and governance - ambiental, social e governança, em português) disseram já ver que uma estratégia de governança de dados sólida é a base para ter maior visibilidade, transparência e controle.

Sua implementação não é instantânea. Demanda tempo e envolvimento da liderança até a base. Sua adoção, normalmente, começa por etapas: é aplicada em um projeto de protótipo gerenciável para depois ser expandida para projetos mais complexos ou no desenvolvimento de um programa por toda a empresa. Independentemente do tamanho do negócio, o SGE da Insoft é primordial para acompanhar a evolução da tecnologia que está amplamente acelerada. Centralização de todas as informações em um único canal, que integra todos os setores, facilita a rotina empresarial e otimiza o tempo de todos os processos. Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba mais!